terça-feira, 8 de novembro de 2016

Tenho nojo desses "filhos".

“Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas. Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te. ” (Apocalipse 3: 15-19).
Você já pensou de que Deus sente “nojo” de certas pessoas que estão no caminho da fé? Como Jesus mesmo declarou: "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus." (Mateus 7: 21). Você possui discernimento de qual é a vontade de Deus para a tua vida? Ou também estás no caminho daqueles que querem “obrigar” Deus a fazer a tua vontade?
Aceitar a vontade de Deus, nem sempre é ser curado, sarado, enriquecer, prosperar, ser exaltado, enfim, essas coisas que enchem o ego de orgulho para gritarmos prazerosamente: “Glória a Deus”..., isso nem sempre está no plano divino para nossa vida, e compreender a vontade de Deus de olho na eternidade, é o que garante segurança para não desanimarmos em sermos provados e lapidados na alma e no espírito para sermos irrepreensíveis diante do propósito do Pai, como disse Paulo: "Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens." (1ª Coríntios 15: 19).
A realidade de que há uma eternidade para frente, é que nos dá coragem de suportarmos as injustiças e injúrias daqueles que querem nos tirar da vontade divina para que estejamos nos propósitos deles..., porém, temos de suportar perseverando na fé que atua pelo amor na certeza de que o joio e o trigo, “que crescem juntos”, só podem ser separados no momento em que Deus julgar as obras de cada um.

Por ora, temos de nos entregar à vontade que Jesus revela à nós pela Sua Palavra e também pelo Seu Espírito, para que caminhemos seguros de nossa salvação, como disse Paulo: "Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé." (2ª Timóteo 4: 7), que suportemos o castigo de Deus para que estejamos convictos de que damos o nosso melhor para Deus, e na esperança de que a nossa provação resultará num tesouro insondável diante daquele que nos chamou para a santidade. Amém.

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