quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Abusos versus intolerância.

“Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. ” (Romanos 1: 26-27).
Anteontem, vimos que em Deus podemos! Ontem, que chegou a hora de fazer! Hoje, veremos que tem coisas que temos de deixar como são... pois, homofobia, preconceito, conservadorismo, são algumas das definições usadas para tachar o “caretismo” de alguns cristãos mais radicais..., porém, ser correto com certos princípios é ser careta? Antiquado? Retrógrado? Ou até, inconveniente?! Mediante o avanço social do politicamente correto da sociedade atual, não é a Bíblia que aconselha: "Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas." (Romanos 2: 11). Em outras palavras: Deus aceita a todos?!!
Tiago vai mais além!! E afirma: "Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redarguidos pela lei como transgressores." (Tiago 2: 9), dessa forma, como podemos nós julgar desde agora se somente cada um por si só é que conhece as suas próprias razões? Sendo que na maioria das vezes todo atrito social é porque falta empatia?! Ou, quando ninguém mais quer se pôr no lugar do outro para a partir daí compreendê-lo e orientá-lo, dando suporte para as suas fraquezas?
No entanto, não julgar precocemente, também nos sugere que a santidade de alguém não poderá livrá-lo em seus caminhos se este tropeçar em algum de seus princípios, tanto, que é óbvio: "Mas quem fizer agravo receberá o agravo que fizer; pois não há acepção de pessoas." (Colossenses 3: 25), ou seja, por status religioso ou social, ninguém escapará do juízo de Deus, ao ponto que Pedro declara: "E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação," (1ª Pedro 1: 17).

Em outras palavras, temos que temer e respeitar aquele ao qual renderemos todas as nossas obras, inclusive, nossa alma, por ter sido Ele que nos criou e nos deu a vida para que valorizemos isso e não leis de homens, sendo que compete à nós, não nos precipitarmos em nossos juízos, mas também, em zelarmos por aquilo que d’Ele recebemos: a instrução de santificação! Não para que nos separemos dos demais, mas para sermos luz e sal que edifica a vida de todo mundo, mesmo dos que já parecem estar condenados. Amém. 

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