quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Tempos de vigília.

“Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; porque chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal. Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra; assim sejam poucas as tuas palavras. Porque, da muita ocupação vêm os sonhos, e a voz do tolo da multidão das palavras. Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o. Melhor é que não votes do que votares e não cumprires. (Eclesiastes 5: 1-5).
Você já fez alguma promessa para Deus e que não conseguiu cumprir?
Pior ainda se foi com juramento, pois está escrito: "Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis, nem pelo céu, nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; mas que a vossa palavra seja sim, sim, e não, não; para que não caiais em condenação." (Tiago 5: 12), sabemos que militares fazem o juramento à “bandeira”, nos tribunais usa-se a Bíblia como forma de juramento pela pronúncia da verdade, porém, também há o mandamento: "Não dirás falso testemunho contra o teu próximo." (Deuteronômio 5: 20), será que somente o conhecimento deste mandamento que nos impulsiona a jamais mentir, não seria o suficiente? Por que chegar ao ponto de jurar?
Bem, ter um comprometimento com a Palavra de Deus, levando-a à sério, não é o mesmo que ter um comprometimento com Deus, tanto, que Deus conhece os corações: "Abominação ao SENHOR são os perversos de coração, mas os de caminho sincero são o seu deleite." (Provérbios 11: 20).
Falar a verdade pode nos impulsionar à um caminho sem volta, contudo, está no plano de Deus: Jesus, porém, guardava silêncio. E, insistindo o sumo sacerdote, disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus. Disse-lhe Jesus: Tu o disseste; digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu. Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes, dizendo: Blasfemou; para que precisamos ainda de testemunhas? Eis que bem ouvistes agora a sua blasfêmia. ” (Mateus 26: 63-65), Jesus foi condenado à morte por não mentir, e nem se omitir!

Quanto à nós?! Ousaremos tal comprometimento com a verdade? Sem precisar jurar, ou fazer promessas, confiamos nos planos de Deus? Ou continuaremos a querer tudo do nosso modo?! Sem vigília e zelo?... pense! Amém. 

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