“Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; porque chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de
tolos, pois não sabem que fazem mal. Não te precipites com a tua boca, nem o
teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus
está nos céus, e tu estás sobre a terra; assim sejam poucas as tuas palavras.
Porque, da muita ocupação vêm os sonhos, e a voz do tolo da multidão das
palavras. Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não
se agrada de tolos; o que votares, paga-o. Melhor
é que não votes do que votares e não cumprires. (Eclesiastes 5: 1-5).
Você já fez alguma promessa para Deus
e que não conseguiu cumprir?
Pior ainda se foi com juramento, pois
está escrito: "Mas, sobretudo, meus
irmãos, não jureis, nem pelo céu,
nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; mas que a vossa palavra
seja sim, sim, e não, não; para que não caiais em condenação." (Tiago
5: 12), sabemos que militares fazem o juramento à “bandeira”, nos tribunais
usa-se a Bíblia como forma de juramento pela pronúncia da verdade, porém, também
há o mandamento: "Não dirás falso
testemunho contra o teu próximo." (Deuteronômio 5: 20), será que
somente o conhecimento deste mandamento que nos impulsiona a jamais mentir, não
seria o suficiente? Por que chegar ao ponto de jurar?
Bem, ter um comprometimento com a
Palavra de Deus, levando-a à sério, não é o mesmo que ter um comprometimento
com Deus, tanto, que Deus conhece os corações: "Abominação ao SENHOR são os perversos de coração, mas os de caminho sincero são o seu
deleite." (Provérbios 11: 20).
Falar a verdade pode nos impulsionar
à um caminho sem volta, contudo, está no plano de Deus: “Jesus, porém, guardava silêncio. E, insistindo o sumo
sacerdote, disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o
Cristo, o Filho de Deus. Disse-lhe Jesus: Tu o disseste; digo-vos, porém, que vereis em breve o Filho
do homem assentado à direita do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu. Então o sumo sacerdote rasgou as suas
vestes, dizendo: Blasfemou; para que precisamos ainda de testemunhas? Eis
que bem ouvistes agora a sua blasfêmia. ” (Mateus 26: 63-65), Jesus foi
condenado à morte por não mentir, e nem se omitir!
Quanto à nós?! Ousaremos tal
comprometimento com a verdade? Sem precisar jurar, ou fazer promessas,
confiamos nos planos de Deus? Ou continuaremos a querer tudo do nosso modo?!
Sem vigília e zelo?... pense! Amém.
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