“Pois aquele em quem não há estas
coisas é cego, nada vendo ao longe, havendo-se esquecido da
purificação dos seus antigos pecados. Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez
mais firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais
tropeçareis. Porque assim vos será amplamente concedida a entrada no reino eterno
de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.” ... “Porque não vos fizemos saber a
virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas
artificialmente compostas; mas nós
mesmos vimos a sua majestade. ”. (2ª Pedro 1: 9-11, e 16).
Hoje eu quero falar de uma coisa que
eu próprio levo muito à sério: o “parâmetro de assimilação global”! Como já
dizia Raul Seixas: “...quem não tem
visão, bate a cara contra o muro”. Ou seja, quem não tem uma compreensão
mais panorâmica e ampla das coisas, vive numa matemática simplista da vida, e,
sem soberania sobre seus atos. Inclusive, se esbofeteando por qualquer coisa,
vivendo por razões voláteis.
Paulo já dizia: "Querendo ser mestres da lei, e não entendendo nem o que dizem nem
o que afirmam." (I Timóteo 1: 7), assim também em dias atuais há muito
debate acerca de fundamentos cristãos, e que jamais resultarão em alguma coisa
boa, tanto, que eu próprio, faço meu trabalho, segundo o dom que me cabe, na
certeza de que muita coisa do que afirmo, só terá compreensão póstuma. O que
faz de mim “um semeador de grãos de mostarda”.
Paulo nos adverte ainda em mais: “E, por haverem desprezado o conhecimento de
Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição
mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes”, (Romanos
1: 28 ARA). Essa disposição mental, trata-se de uma sensibilidade perversa, ou,
inclinação de caráter para se auto justificar mediante as suas próprias
compreensões, quando em verdade, são uma cegueira apostásica, pois, também é declarado: "E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam
a mentira; ” (2ª Tessalonicenses 2: 11).
Como está a sua aceitação da
geometria não-euclidiana do reino de Deus? Deus não se explica, mas se vive! E
cantar, louvar, é um bom começo para compreender coisas que se discernem
espiritualmente, uma vez que a lógica do louvor se distingue em sete notas
principais, mais cinco intermediárias, fechando um total de doze, resultado de
um número de algarismos de uma geometria abstrata, ou não-euclidiana! Portanto,
quem louva, adquire um conhecimento de Deus face a face, ou, vê a Deus! Você
tem purificado seu coração com muito louvor? Reflita nisso... pois não é em vão
que se louva, amém.
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