sábado, 7 de janeiro de 2017

O mais puro lucro!

(1ª Coríntios 6): 7  Na verdade é já realmente uma falta entre vós, terdes demandas uns contra os outros. Por que não sofreis antes a injustiça? Por que não sofreis antes o dano?
SER CRISTÃO, NÃO CONSISTE EM LEVAR VANTAGEM SOBRE OS OUTROS, MAS EM SER A VANTAGEM DOS OUTROS.
Sim, ser feliz sem lucrar sobre os outros! Parece impossível, mas Deus, pode nos ajudar... em dias de tamanha competição burguesa, como sobreviver “doando”? Se o simples ato de doar sangue, já é motivo de escândalo para alguns cristãos? Nesse tipo de mentalidade, de querer ser próspero pisando os outros, essa tal de teologia da prosperidade que está envenenando todos os “setores” do cristianismo, criando carrapatos sugadores de Deus, como? Me diga como? Como agradaremos a Deus?
8  Mas vós mesmos fazeis a injustiça e fazeis o dano, e isto aos irmãos.
O egoísmo, é um veneno pior que o orgulho. Pois a vaidade gera prepotência, mas a indiferença, gera morte, e a sustentação da morte, é a tirania em querer mandar nos outros, inclusive, em Deus... e a base dessa tirania, é o egoísmo que nos impulsiona ao lucro, a tirar vantagem sobre os demais.
Muitos acham que podem recorrer a Deus como forma de que Ele nos ajude, e se esquecem de ajudar o próximo, para com isso ajudar a Deus, como Jesus mesmo declara: "Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda." (João 15: 16), ou seja, Jesus primeiramente nos chamou à Graça, para que sejamos bênção, à fim de que com isso, Ele mesmo, nos abençoe abrindo portas de trabalho e realizações!
Essa disposição, de dar com alegria e não por força, é o primeiro passo para que o cristianismo avance, e não esmoreça “por ser um peso”, e não uma satisfação. O problema, é quando a disposição “vira lei”, e não algo espontâneo e por impulso, quanto ao que Paulo declara: "Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, constituo-me a mim mesmo transgressor." (Gálatas 2: 18), no contexto de que o cristianismo deve avançar em “libertação”, ou seja, quem ama Jesus Cristo, mesmo morrendo por causa disso, consegue fazê-lo com satisfação e certeza da aprovação de Jesus, o que é não ter “pesos na consciência”.
Paulo, para não querer se sentir com esse peso na consciência, por se aproveitar de um “ajudante alheio”, escreve para Filemom: “Peço-te por meu filho Onésimo, que gerei nas minhas prisões; o qual noutro tempo te foi inútil, mas agora a ti e a mim muito útil; eu to tornei a enviar.  E tu torna a recebê-lo como às minhas entranhas. Eu bem o quisera conservar comigo, para que por ti me servisse nas prisões do evangelho; mas nada quis fazer sem o teu parecer, para que o teu benefício não fosse como por força, mas, voluntário. ” (Filemom 1: 10-14).

Sugiro-lhe, para iniciar bem o novo ano, você trace alguma meta com Deus, em querer ajudar pessoas carentes, doando algumas roupas, comida, brinquedos, abraços e carinhos, algum afeto que te faça sentir útil neste mundo, perdoando, reconciliando, enfim, faça a sua parte para que “este clima da presença de Deus” não esmoreça para frente, pelo contrário, cresça. Lógico, isso impulsionado pelo evangelho, ou, gratidão a Deus, e não pelo mero assistencialismo! Ok? Amém. 

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