Hoje, incluirei esta mensagem no meu
Devocional impresso sendo ela, a mensagem do vigésimo sétimo domingo após o
Pentecostes, pela Teologia Popular Luterana, estaríamos no último dia do Ano da
Igreja... Alguns desconsideram essas normas físicas em razão do Movimento
Pentecostal que insinua que essas normas de “ordem ao culto”, barram a ação do
Espírito Santo, argumento geralmente embasado no seguinte texto, no caso, usado
por pretexto: "Este povo se aproxima
de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está
longe de mim. Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens." (Mateus
15: 8- 9) é claro, porém, que uma nova burocratização da graça se aproxima em
contrapartida, e que desconsidera tudo aquilo que não for totalmente espontâneo, como sinal de ser ministrado por Deus na hora, como descreve: "Mas, quando vos entregarem, não vos dê
cuidado como, ou o que haveis de falar, porque
naquela mesma hora vos será ministrado o que haveis de dizer."
(Mateus 10: 19), sendo que premeditar passa a ser considerado “sem fogo”, e
joga-se no lixo o que fora dito por Paulo: "E
disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas
minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo." (2ª
Coríntios 12: 9), nessa razão, o que era menosprezado, passa a ser mais
eficiente justamente por ser intervenção do próprio Deus na vida dos homens,
para que se assegurem numa síntese canônica progressiva e consistente para ser
duradoura, desenvolvendo-se neles, uma constância em suas afirmações e
justificativa de atitudes, ao que descreve Tiago: "Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa. O homem
de coração dobre é inconstante
em todos os seus caminhos." (Tiago 1: 7-8) ...
Enfim, poderíamos ir longe nesta
conversa! Inclusive, se tratando da forma como abordei os assuntos aqui
expressos neste “Blog”, ou Devocional, pelo que, buscando uma fixação e
constância de compreensão, me tornei até redundante por variar tantas
compreensões restabelecendo sempre e diversas vezes os mesmos textos ou das
mesmas citações bíblicas, como que se nelas houvesse algum segredo, numa profunda
revelação pessoal persistente, ou que fossem mais importantes que o ademais da
Bíblia, produzindo uma síntese de abordagem e compreensão que define uma
doutrina extraindo textos aleatórios numa Hermenêutica muito parecida com uma Eisegese
teológica, o que muitos criticam por deflagrar um “óculos bíblico” que permite
uma visão unilateral e até conservadora das Escrituras, quando não, confusa
para a lógica comum e sem transcendência parecendo a estes como mero
relativismo bíblico, mas, o certo é que um aprofundamento temático da visão do
escritor bíblico situada, gera distorção de contexto de realidade, tornando o
aprofundamento inútil, por incutir algo inalcançável, por buscar imposição de
tempo passado, numa circunstância de tempo atual, o que, na verdade, deflagra
um retrocesso teológico, sendo expositivo ao extremo engodando o intelecto na
síntese histórica, como o que se deparou o apóstolo Paulo em Hebreus 5: 11 a 6:
3. Prosseguindo sua observação com alguns alertas espirituais até o versículo
8. Pelo que a argumentatividade se
torna sem fim para quem não tem de antemão uma noção mais aprofundada dos
conceitos mencionados, tornando-se estes, de difícil, quando não, de supérflua
compreensão, virando a sabedoria a ser loucura...
Quanto a isso, o “alimento do
espírito”, de por em ordem a compreensão, é o que define a atitude, sendo que
pessoas de atitude prevalecem na historicidade, mas se o espírito estiver
corrompido, tal homem anda em trevas seguindo luzes falsas, sendo limitado a si
próprio, o que o deflagra posteriormente como alguém insano... e um espírito
“terra boa”, que não desperdiça nada do que se alimenta, ou aprende, subsistirá
por muito mais tempo em circunstâncias de “jejum”, quando cessa a revelação em
prol de um preparo para uma grande realização, como Jesus declara: "Então o reino dos céus será
semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do
esposo." (Mateus 25: 1), onde aqueles que se abastecem, ou melhor:
“crescem” agastadamente, e não apenas “engordam” glutonamente, adquirem
viscosidade espiritual para subsistir em tempos difíceis, "como as cinco virgens prudentes", portanto, assim como
cessou a verdadeira revelação no tempo do advento da primeira vinda de Cristo,
assim também será nos últimos dias... motivo pelo qual se dará a apostasia.
Porém, o que quero assegurar, é que se
torna necessário “vigiar”, permanecer na síntese profética, persistindo na
vontade de Deus “revelada” e não naquela “especulada”, aguardando a confirmação
da aprovação divina, a fim de que nosso espírito não se corrompa como aconteceu
com alguns judeus que foram confundidos na primeira vinda de Cristo, o que
sucederá também com alguns que não permanecerão na verdade até a vinda de
Cristo para o arrebatamento, o que se conclui que precisamos fortalecer ao
máximo o nosso espírito alimentando-o de “toda a palavra de Deus”, portanto,
este Blog, é até aqui, apenas “leite espiritual”, no máximo; “uma papinha”, e
como diz aquela piada: “Tentei acostumar
o meu burro a ficar sem comer, quando ele quase estava acostumando, ele morreu”,
portanto busque mais fontes moderadas de progresso espiritual além deste blog
(que encera hoje), sendo isto até aqui, apenas uma introdução abrindo o caminho
da transcendência,... para que assim, possas continuar se desenvolvendo no
caminho da fé em Jesus... um conselho: não procure radicalidade exagerada, pois
isso pode lhe trazer alguns “ferimentos”...
Portanto, encero este Blog na 183ª
mensagem, assegurando que nada foi em vão até aqui! Ele continuará disponível,
porém, sem mais atualizações. E a você, que acompanhou muitas, ou, no mínimo
que seja esse processo e elaboração devocional, o meu muito obrigado!
Creio para mim, que a pior época da
Igreja, é o tempo natalino e o carnaval, quando parece que a maioria se esconde
da fé genuína e a troca por ociosidade, quando não, a abandona por um tempo,
tirando umas férias de ser cristão no caráter de Cristo! Por isso, “no
devocional impresso”, entraremos agora numa intensificação de reflexões, sendo
que as próximas 40 mensagens serão divididas em Manhã, e Noite. Para que você
possa se deleitar de uma devocionalidade,
sem exageros, mas mais constante.
Enfim, gostaria que a utilidade deste
meu trabalho e empenho para clarear e expor a minha compreensão bíblica e
filosófica, quando não, teológica e espiritual tivesse grande proveito para
dirigir todos que me consideram e participam do ministério de meu “chamado”, me
aceitando na qualidade profética para ajudar todos a serem conduzidos para a
plenitude da verdade e eficiência da Vontade de Deus... Assim, como eu mesmo
compreendo que fazer a vontade de Deus e fazer a Sua obra, acerca do que Jesus
adverte: "Jesus respondeu, e
disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou."
(João 6: 29), compreendo que eu mesmo, sou apenas “um abridor de cortinas”,
para que Jesus apareça e faça Sua majestosa Obra na vida de todos que me dão
crédito... Lembrando que devemos seguir os exemplos de Jesus com o nosso máximo
esforço, ao ponto do que se declara: "Jesus
disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar
a sua obra." (João 4: 34), sendo fundamento que todos estamos
incutidos numa teia, rede, que se mantém íntegra com todos contribuindo uns com
os outros e atentos as suas próprias responsabilidades pessoais consigo mesmos,
o que nos torna parceiros para a salvação mútua, sem isentar a pessoalidade do
compromisso consigo próprio, coisa que exige de nós cuidado com o egoísmo, como
também com o altruísmo suicida, o que deflagra em todos os cristãos a
necessidade de equilíbrio, acerca do que está declarado: "Tudo isto vi nos dias da minha vaidade: há justo que perece na
sua justiça, e há ímpio que prolonga os seus dias na sua maldade. Não sejas
demasiadamente justo, nem demasiadamente sábio; por que te destruirias a ti
mesmo? Não sejas demasiadamente ímpio, nem sejas louco; por que morrerias fora
de teu tempo?" (Eclesiastes 7: 15-17).
Concluindo, a partir de agora, se
você embalou na busca a Deus e Sua presença, você já está no agrado de Deus!
Portanto, não se autocondene com os tropeços, ao que Paulo declara: "Porque não faço o bem que quero, mas
o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço
eu, mas o pecado que habita em mim." (Romanos 7: 19-20), e ainda
antes: "E, se faço o que não quero,
consinto com a lei, que é boa." (Romanos 7: 16), o que nos condiciona
a limites de justiça, porém, nos absolve da necessidade de perfeccionismo,
lógico, não perdendo o embalo de continuar observando a doutrina de Cristo, mas
a partir de agora, conferindo os méritos a Cristo e não a nós mesmos, buscando
permanecer em Sua dependência, sem negligenciar a responsabilidade própria de
perseverança na iluminação, que como se declara: "Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e
provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, e
provaram a boa palavra de Deus, e as virtudes do século futuro e recaíram,
sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a eles, de
novo crucificam o Filho de Deus, e o expõem ao vitupério." (Hebreus 6:
4-6)... Sendo assim, jamais se acomode! Posso dizer: Amém?
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