sábado, 14 de abril de 2018

Não tema! Deus ama.

“E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer, dizendo: Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava o homem. Havia também, naquela mesma cidade, uma certa viúva, que ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário. E por algum tempo não quis atendê-la; mas depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens, todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte, e me importune muito. E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz. E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando, porém, vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra? ” (Lucas 18: 7-8).
Ontem, discorri acerca do fazer justiça apoiando as autoridades, mas há um cuidado que se tenha nisso, afinal, não queremos incitar uma guerra civil... pelo que o joio e o trigo crescem juntos. Porquanto, quem acreditará em avivamento espiritual? E conversão na fé em Cristo? Se a verdadeira fé esfriará, e esfriará com ela o amor, ou não nos é dito que o amor é alicerce da verdadeira fé (aquela sem pretexto)? Veja: "Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor."  (Gálatas 5: 6).
 E é possível que haja amor sem ciúmes? Quando a própria Bíblia diz: "Ou cuidais vós que em vão diz a Escritura: O Espírito que em nós habita tem ciúmes?" (Tiago 4: 5), e que é o ciúme que senão cuidar, zelar? Ou até prender e agarrar? Como se o Espírito Santo dissesse: “–Ele é meu, ninguém toca nessa alma”. Ou seja, quando estamos cheios “do primeiro amor”, somos quentes na fé, isso significa, que “protegemos” aqueles a quem amamos... “...depressa lhes fará justiça.”
Sabemos que os nossos inimigos são os falsos, os mentirosos, os enganadores, que buscam defraudar e torcer a verdade em benefício próprio, como disse Jesus: "Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores." (Mateus 7: 15), que em sua maldade e frieza, nos incitam a fim de que percamos o nosso galardão, a nossa coroa e recompensa que temos junto a Deus, inclusive, quanto às almas que protegemos, instruindo-as acerca da verdade para guardarem a fé em Jesus Cristo e Seu amor, e andarem na disciplina que glorifica a Jesus Cristo fazendo Seu sacrifício ser honrado pelo nosso testemunho e nossa confiança n’Ele.
Sabemos também que o “adversário” do Espírito Santo, é o próprio Satanás e sua legião de demônios que compõe a parte obscura da espiritualidade formando o poder das trevas, ou, o anticristo. Podemos saber também que o próprio Deus Pai, cuida se subjugar a todos na Sua essência, que é o amor e o Espírito Santo, e repreende e afasta toda “negridão” que poderia nos conduzir ao erro, ao que nós, como Igreja, somos instrumentos para propagar a glória de Cristo desmascarando as mentiras dessa humanidade, a fim de que toda autoridade esteja em Jesus, sendo Ele, o Justo! Ao que Paulo ressalta: "Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome;" (Filipenses 2: 9).
Nesse sentido, temos nos incendiado uns aos outros, para que busquemos a justiça do sacrifício de Cristo, acreditando que ainda há liberdade? Ainda há verdade? Temos nos motivados uns aos outros para não temermos ao poder das trevas?

Há quem diga que “não temas”, aparece pelo menos umas 365 vezes na Bíblia! Ou seja, para cada dia do ano deveríamos despertar confiantes em Deus e sem temer o mal, sabendo que Ele próprio fará justiça à nossa causa, ou não está escrito: "Dizei aos turbados de coração: Sede fortes, não temais; eis que o vosso Deus virá com vingança, com recompensa de Deus; ele virá, e vos salvará." (Isaías 35: 4), e ainda: "Porque bem conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo." (Hebreus 10: 30), ou seja, se não conseguirmos mais exercer autoridade por causa do esfriamento da fé, é óbvio que o próprio Deus entrará na briga, na peleja, e exercerá o juízo manifestando a Sua ira aos que blasfemam da fé embasada no amor. Amém. 

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