sábado, 24 de dezembro de 2016

E, no caso deles?...

(Apocalipse 20): 5  Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se acabaram. Esta é a primeira ressurreição.
Compreender o Apocalipse, não é fácil! Como vimos, há “mil” anos, entre a primeira e a segunda ressurreição, “mil”, na linguagem bíblica, significa multidão, o que quer dizer que o texto não se refere a exatos “mil anos” literalmente, e lendo a Bíblia, entenderemos que já aconteceu uma ressurreição, a qual, fica evidente no seguinte texto: "E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos." (Mateus 27:  53), para onde foi essa gente que Mateus fala? Não se sabe! Possivelmente, foram arrebatados... o que quer dizer que o reino milenar de Cristo já começou e está acontecendo neste exato instante nas regiões celestiais!
12  E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.
Antes de Jesus entrar em Seu reino milenar, “nas alturas”, creditava-se que os mortos já eram pré-separados! De modo que os que faziam o bem, não morriam completamente, mas descansavam no “Seio de Abraão”, como declara a parábola: "E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado." (Lucas 16: 22). Isso era acreditado na época do ministério terreno de Jesus.
Porém, nos tempos de Salomão, era corrente outro pensamento: "Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma." (Eclesiastes 9: 10), ou seja: “morreu, acabou! ”, como muitos creem ainda nos dias de hoje, porém, por desconhecerem das coisas espirituais! Que estão num processo de manifestação até a plenitude. Porém, tudo o que fazemos e cremos, está sendo registrado instantaneamente nas regiões celestiais, e virá à tona no dia do “grande juízo”.
13  E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.
Vemos aqui a citação que o “inferno”, não é destino final para os maus, os descrentes, e iníquos. Mas é um tempo de perturbação até que se chegue diante do trono do juízo.
Mas há uma incógnita aqui: o que é o mar?
E a morte?! Quando Paulo nos tenta esclarecer: "Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem." (1ª Tessalonicenses 4: 15), ou seja, há um pessoal simplesmente “dormindo”, ou seja, ainda não está na “glória”, mas está repousando até que chegue aquele dia do grande juízo.
14  E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. 15  E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.
Vimos que a morte e o inferno, perderão o seu poder! E deixarão de existir, assim como aqueles que dali saíram sem ter “comunhão” com Deus, e não se relacionaram com o Criador durante a vida na Terra, nem tiveram uma história pessoal como ajudantes de Jesus, estes, ficarão esquecidos para sempre! Serão queimados, ou, “apagados”... sofrendo uma “segunda morte”, ou, morte definitiva.
Paulo nos faz questão que estudemos as profecias como forma de que não percamos as esperanças quanto aos que amamos no decorrer de nossa história: "Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança." (1ª Tessalonicenses 4: 13), sendo que a compreensão da verdade, nos gera segurança quanto a morte e o juízo de Deus. Amém.


Nenhum comentário:

Postar um comentário