(João 12): 24 Na
verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não
morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito
fruto.
A lógica desta palavra é a de que se
um homem não der origem à uma nova “coisa” de acordo com aquilo que há em seu
coração, será apenas mais um na existência humana, mas se ele topar o desafio
de transformar e ser transformado, ele colocará a humanidade em movimento para
acompanhar os seus passos. Ou seja, se fará presente na influência de muitas e
muitas pessoas que crescerão na vida compreendendo as suas ideias.
25 Quem ama a sua vida perdê-la-á,
e quem neste mundo odeia a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna.
Jesus aqui não quis dizer que devemos
amar a morte, inclusive, como alguns já o fizeram se suicidando, ou, entregando
o corpo para a morte em prol de uma herança melhor, pois devemos zelar pelo que
Deus nos deu... ou seja, é necessário lutar pela vida! Pois vontade de viver só
pode ter quem é impulsionado pela fé verdadeira.
Mas, o perder a vida a que Jesus se
refere, é aquilo em querer aproveitar a vida com seus prazeres sem pensar que
um dia dará contas com o que fez “em seu corpo”, como está declarado: "Porque todos devemos comparecer ante o
tribunal de Cristo, para que cada um receba
segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal." (2ª
Coríntios 5: 10), então assim, se prostituir, se entorpecer com drogas, fumo e
bebidas, “prejudicando a sua vida”, esses exageros até mesmo intelectuais e de
trabalho, desgastando a sua vida e esgotando as energias com propósitos
próprios, fora da vontade de Deus, são tudo coisas das quais Deus nos cobrará
um dia, se agimos com juízo e prudência em prol dos ensinos de Jesus, que em
verdade, edificam a vida e são somente para o nosso bem... em outras palavras,
a auto piedade flagelante do egoísmo é contra Deus.
26 Se alguém me serve, siga-me, e
onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai
o honrará.
Quem edifica a vida, serve de
instrumento contra a manifestação do mal, e exalta a manifestação do bem,
contribuindo com todos e receberá a aprovação de Deus contribuindo para a
expansão da presença da verdadeira vontade de Deus na vida de todos, tais
pessoas, ficam na história da humanidade servindo de referência nas memórias de
muitas pessoas que se inspiram em seus exemplos para fixar bases para as suas
vidas.
Como Igreja, estamos nos aproximando
dos 500 anos do início da Reforma a partir de Lutero, será que a reforma já
parou? E estamos na plenitude do cristianismo? Vimos ontem, que há muito ainda
a ser trilhado! Dessa forma, estamos certos da aprovação?! Como pessoas “quentes
na fé”? Que valorizam a vida acima de tudo, sendo honrados “nela”?! Que
pensemos se de fato ainda não podemos ser melhores, melhores pessoas, e demos... “muito
fruto”!!! Amém.
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