(Daniel 12): 3 "Os
que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a
muitos ensinam a justiça, como as estrelas sempre e eternamente."
É óbvio que muitos rejeitam serem
liderados, como foi o caso de Judas Iscariotes, que na sua ganância, traiu a Jesus,
talvez, por querer outra liderança, de guerra, mais poderosamente ativa, pois
aquele negócio parecia não estar indo pra frente, porém, bem sabemos que as
coisas espirituais, não são compreensíveis pela lógica desse mundo, de tanto
que:
"Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os
dias. Cada um esteja inteiramente seguro
em sua própria mente." (Romanos 14: 5), mesmo que nem tudo é compreensível, mas é
preciso ter uma opinião “bem embasada” acerca de certos assuntos, não para
persuadir os outros quanto a crenças, mas, para estar certo de sua própria
aprovação diante de Deus, como Paulo declara: "Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo
Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito." (Romanos
8: 1), ou seja, se estamos no “verdadeiro Espírito”, na plena lógica
transcendente, não andamos em cegueira, porquanto temos certeza da nossa
redenção da parte d’Ele: "Vós,
porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita
em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele." (Romanos 8: 9).
E se ainda não é d’Ele, anda cego,
sem a verdadeira revelação, como Paulo declara, está “enfermo na fé”: "Ora, quanto ao que está enfermo na fé,
recebei-o, não em contendas sobre dúvidas." (Romanos 14: 1), e estes
que estão “fracos”, não poderão ser alcançados impondo sobre eles um sensacionalismo
para convencimento, mas gerando um acolhimento que convida para que a verdade
seja vista, seja experimentada! Porém, se o convite não for aceito, paciência!
4 E tu, Daniel, encerra estas
palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte
para outra, e o conhecimento se
multiplicará.
Uma das principais características da
descrença, se funda na desconfiança, no receio, pela vastidão dos entendimentos
que apenas confundem aos que obedecem a lógica deste mundo, não tendo uma visão
espiritual mais ampla, da qual Paulo declara: "Para que agora, pela igreja, a
multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades
nos céus," (Efésios 3: 10), então é óbvio que não há um só
conhecimento “objetivo” acerca da verdade, mas são próprios conforme a
necessidade de cada um....
O livro de Daniel, é cercado das
profecias mais profundas da Bíblia, tanto que alguns creditam ser ele o ”livrinho”
dado ao apóstolo João: "E a voz que
eu do céu tinha ouvido tornou a falar comigo, e disse: Vai, e toma o livrinho
aberto da mão do anjo que está em pé sobre o mar e sobre a terra. E fui ao
anjo, dizendo-lhe: Dá-me o livrinho. E ele disse-me: Toma-o, e come-o, e ele
fará amargo o teu ventre, mas na tua boca será doce como mel. E tomei o
livrinho da mão do anjo, e comi-o; e na minha boca era doce como mel; e,
havendo-o comido, o meu ventre ficou
amargo." (Apocalipse 10: 8-10). Sendo o conhecimento de
Apocalipse, a chave para compreender Daniel.
Amargor, é para conferir “saúde”,
pois geralmente, doçura vira em acidez, que é veneno! Ou seja, o que parecia um
“veneno agradável”, e doce, prazeroso, como a maldição sobre os maus, quando é plenamente
compreendido, ou, sem especulação, mas sob revelação, passa a ser saúde para o
corpo, para: “a Igreja”! De modo que a luz dos que iluminam, deve estar baseada
na verdadeira justiça! À de que o ato de Cristo, é que nos justifica, sendo que
por amor a Ele, ou a justiça d’Ele é que somos salvados... não vindo de nós
mesmos a salvação..., mas, em aceitar o agir do grande Sábio. Amém.
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