sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Em dias de Grande Tribulação!

(Daniel 12): 11  E desde o tempo em que o sacrifício contínuo for tirado, e posta a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias. 12  Bem-aventurado o que espera e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias.
Entre três a quatro anos sem a presença de Deus, toda forma de vida sobre a Terra estaria aniquilada!
E vimos no texto que a vida que prevalecer até três anos e oito meses, desde o início da grande tribulação, que se dará com o arrebatamento, até a volta gloriosa de Cristo para o juízo final, estes, que aguentarem todos os sofrimentos da ira de Deus, porque guardaram um “restinho de Deus” no coração, algo suficiente para estarem vivos até o fim dessa provação, esses, são chamados de felizes, ou, “bem-aventurados”... o que poderíamos concluir com isso, que, estes serão salvos!
O QUE DÁ A ENTENDER, QUE DEPOIS DO TEMPO EM QUE HAVERÁ O ARREBATAMENTO, O FIM DA GRAÇA, AINDA ASSIM, “A PORTA NÃO SE FECHARÁ COMPLETAMENTE”, SENDO QUE MUITOS SERÃO APROVADOS PELO GRANDE SOFRIMENTO: "E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro." (Apocalipse 7: 14).
Esta “grande tribulação”, está profetizada nos seguintes termos: “Porque virão contra ele navios de Quitim, que lhe causarão tristeza; e voltará, e se indignará contra a santa aliança, e fará o que lhe aprouver; voltará e atenderá aos que tiverem abandonado a santa aliança. E braços serão colocados sobre ele, que profanarão o santuário e a fortaleza, e tirarão o sacrifício contínuo, estabelecendo abominação desoladora. ” (Daniel 11: 30-31), por sacrifício contínuo, entendemos: “a intercessão, que não será mais feita”, descrita também na seguinte declaração: "E a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos desde a mão do anjo até diante de Deus." (Apocalipse 8: 4), e também “santa aliança”, é o fim da graça, vindo dias de juízo e sem misericórdia, quando prevalecerá apenas a lei e a ira de Deus.
Como declarou Jesus: “Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda; ” (Mateus 24: 15) ... de maneira que a própria “Igreja” daqueles dias, regerá a humanidade com mão de ferro, impondo Juízo e confusão, no lugar de perdão e ordem. Realmente, é o fim da graça. Perturbação e competição por almas entre falsos cristos, no lugar de paz e ordem, proporcionando o estabelecimento de um falso evangelho, que sobrecarregará os homens, de maneira que quem não aderir, será morto. Um verdadeiro império do anticristo que durará exatos três anos e meio, mais duas semanas. Aos que ficarem para aqueles dias, Jesus aconselha: "Ora, quando vós virdes a abominação do assolamento, que foi predito por Daniel o profeta, estar onde não deve estar (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes." (Marcos 13: 14).

Os montes, sempre foram símbolo de um altar natural de Deus, como está escrito: "Por que saltais, ó montes elevados? Este é o monte que Deus desejou para a sua habitação, e o SENHOR habitará nele eternamente." (Salmos 68: 16), Davi se referia ao monte Sinai, porém, o monte mais impactante para Jesus era o “Monte das Oliveiras”, local em que descerá a cidade santa, a “Nova Jerusalém”, como foi anunciado pelos profetas! Veja: "E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele para o sul." (Zacarias 14: 4). Nesse sentido, os montes, serão os únicos lugares em que os cristãos “ainda não eleitos”, encontrarão refúgio para se proteger e persistir ao reinado do anticristo... (quem tem fé, aceite), amém. 

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