(Daniel 12): 11 E
desde o tempo em que o sacrifício contínuo for tirado, e posta a abominação
desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias. 12 Bem-aventurado o que espera e chega até mil
trezentos e trinta e cinco dias.
Entre três a quatro anos sem a presença
de Deus, toda forma de vida sobre a Terra estaria aniquilada!
E vimos no texto que a vida que
prevalecer até três anos e oito meses, desde o início da grande tribulação, que
se dará com o arrebatamento, até a volta gloriosa de Cristo para o juízo final,
estes, que aguentarem todos os sofrimentos da ira de Deus, porque guardaram um
“restinho de Deus” no coração, algo suficiente para estarem vivos até o fim
dessa provação, esses, são chamados de felizes, ou, “bem-aventurados”... o que
poderíamos concluir com isso, que, estes serão salvos!
O QUE DÁ A ENTENDER, QUE DEPOIS DO
TEMPO EM QUE HAVERÁ O ARREBATAMENTO, O FIM DA GRAÇA, AINDA ASSIM, “A PORTA NÃO
SE FECHARÁ COMPLETAMENTE”, SENDO QUE MUITOS SERÃO APROVADOS PELO GRANDE
SOFRIMENTO: "E eu disse-lhe: Senhor,
tu sabes. E ele disse-me: Estes são os
que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam
no sangue do Cordeiro." (Apocalipse 7: 14).
Esta “grande tribulação”, está
profetizada nos seguintes termos: “Porque
virão contra ele navios de Quitim, que lhe causarão tristeza; e voltará, e se
indignará contra a santa aliança, e fará o que lhe aprouver; voltará e atenderá
aos que tiverem abandonado a santa aliança. E braços serão colocados
sobre ele, que profanarão o santuário e a fortaleza, e tirarão o sacrifício
contínuo, estabelecendo abominação desoladora. ” (Daniel 11: 30-31),
por sacrifício contínuo, entendemos: “a intercessão, que não será mais feita”,
descrita também na seguinte declaração: "E
a fumaça do incenso subiu com as orações dos santos desde a mão do anjo até
diante de Deus." (Apocalipse 8: 4), e também “santa aliança”, é o fim
da graça, vindo dias de juízo e sem misericórdia, quando prevalecerá apenas a
lei e a ira de Deus.
Como declarou Jesus: “Quando, pois, virdes que a abominação da
desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda;
” (Mateus 24: 15) ... de maneira que a própria “Igreja” daqueles dias, regerá
a humanidade com mão de ferro, impondo Juízo e confusão, no lugar de perdão e
ordem. Realmente, é o fim da graça. Perturbação e competição por almas entre
falsos cristos, no lugar de paz e ordem, proporcionando o estabelecimento de um
falso evangelho, que sobrecarregará os homens, de maneira que quem não aderir,
será morto. Um verdadeiro império do anticristo que durará exatos três anos e
meio, mais duas semanas. Aos que ficarem para aqueles dias, Jesus aconselha: "Ora, quando vós virdes a abominação
do assolamento, que foi predito por Daniel o profeta, estar onde não deve estar
(quem lê, entenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os
montes." (Marcos 13: 14).
Os montes, sempre foram símbolo de um
altar natural de Deus, como está escrito: "Por
que saltais, ó montes elevados? Este é o monte que Deus desejou para a sua
habitação, e o SENHOR habitará nele eternamente." (Salmos 68: 16),
Davi se referia ao monte Sinai, porém, o monte mais impactante para Jesus era o
“Monte das Oliveiras”, local em que descerá a cidade santa, a “Nova Jerusalém”,
como foi anunciado pelos profetas! Veja: "E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que
está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido
pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e
metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele para o
sul." (Zacarias
14: 4). Nesse sentido, os montes, serão os únicos lugares em que os cristãos
“ainda não eleitos”, encontrarão refúgio para se proteger e persistir ao
reinado do anticristo... (quem tem fé, aceite), amém.
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