(João 11): 33
Jesus pois, quando a viu chorar, e também chorando os judeus que com ela
vinham, moveu-se muito em espírito, e
perturbou-se. 34 E disse: Onde o
pusestes? Disseram-lhe: Senhor, vem, e vê. 35
Jesus chorou.
Jesus não é insensível aos
sentimentos humanos! Tanto, que os experimentou.... Deus conhece as tuas
necessidades e se dispõe num consolo de resolver o que te inquieta, bastando, apenas
que você dê atenção ao que Ele quer lhe ensinar com cada situação.
36 Disseram, pois, os judeus: Vede
como o amava. 37 E alguns deles
disseram: Não podia ele, que abriu os olhos ao cego, fazer também com que este
não morresse?
Às vezes, Deus precisa ser desafiado
à alguma atitude para que Ele se manifeste, alguns, usam o termo “cobrar de
Deus”! Alguns se escandalizam nisso, de modo que Deus precisa ser respeitado...
sim! Concordo, porém, Ezequias, que era homem piedoso, não cobrou de Deus que ele não aceitava morrer
por ser uma pessoa correta? E Deus mandou de volta o profeta para dizer-lhe que
viveria, pelo menos, mais quinze anos de vida? (Conf. 2ª Reis 20: 1-11). Pense!
Será que Deus se contenta com o sofrimento dos “Seus filhos”? Adotados em
Cristo Jesus?!
38 Jesus, pois, movendo-se outra vez muito em si
mesmo, veio ao sepulcro; e era uma caverna, e tinha uma pedra posta sobre
ela. 39 Disse Jesus: Tirai a pedra.
Marta, irmã do defunto, disse-lhe: SENHOR, já cheira mal, porque é já de quatro
dias. 40 Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a
glória de Deus?
Sim, Jesus constantemente se
solidariza com nossos sofrimentos, porém, não podemos escapar do fato de que
Ele tem propósitos com eles! E nesse caso, queria despertar a fé n’Ele próprio,
como de alguém enviado da parte do Altíssimo para cumprir com um objetivo
superior... sublime!
O centurião, em Mateus 8: 5-13, já
havia compreendido que algo de majestoso e incompreensível havia em Jesus,
tanto, que teve fé para dizer a Jesus que somente uma “palavrinha”, uma “ordenzinha” de Jesus, seria o bastante
para que seu servo fosse curado... a mulher cananeia, suportou as palavras
duras em ser considerada uma “cachorrinha” ao redor das mesas dos santos e
eleitos em busca de uma migalha, uma bençãozinha,
conforme Mateus 15: 21-28, e foi honrada como mulher de fé por Jesus... também
uma mulher correu o risco de ser apedrejada, pois saiu nas ruas com um “com um
fluxo de sangue”, o que era proibido pela sociedade da época, mas por ouvir da
fama de Jesus, creu que bastaria ela “tocar em Sua veste”, que aquela
hemorragia de 14 anos estancaria, como realmente estancou para sempre, confira
Marcos 5: 24-34.
Crer, é uma manifestação intensa de
nossa própria vontade, criando-se um “ponto de contato”, que pode ser implícito
na realização de algum rito, por exemplo, para a liberação de uma convicção,
que está acima do simplesmente crer, gerando uma certa eficácia de libertação.
Porém, temos de lembrar que o poderoso da história aqui é Jesus, e não nós,
mas, se conseguirmos o Seu agrado, Ele se sensibilizará poderosamente a nosso
favor, lembremos que o que agrada a Ele, é “intensidade de vida”, uma fé que move
à alguma atitude por ter ouvido falar de Jesus, portanto, uma fé que toca os
céus. Amém.
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