"Na verdade, há um espírito
no homem, e a inspiração do Todo-Poderoso o faz entendido." (Jó 32: 8) ... "O Espírito de Deus me fez;
e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida." (Jó 33: 4) ... "Toda a Escritura é
divinamente inspirada, e
proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em
justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para
toda a boa obra." (2ª Timóteo 3: 16-17) ... "Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum,
mas os homens santos de Deus falaram
inspirados pelo Espírito Santo." (2ª Pedro 1: 21) ... "E ao anjo da igreja que está em Sardes
escreve: Isto diz o que tem os sete
espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome
de que vives, e estás morto." (Apocalipse 3: 1) ... "E do trono saíam relâmpagos, e
trovões, e vozes; e diante do trono ardiam sete
lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus." (Apocalipse
4: 5) ... "E olhei, e eis que estava
no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro,
como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a
terra." (Apocalipse 5: 6) ... "E repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o espírito de sabedoria e de entendimento,
o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do
SENHOR." (Isaías
11: 2).
Se você prestou atenção a parte
grifada, fica óbvio que você pode estar pensando: “–Mas o Espírito Santo não veio a Terra recém no dia de pentecostes?”,
se for, lembre-se: "E, sendo Jesus
batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre
ele." (Mateus 3: 16), lógico, essa forma “figurada” do Espírito de
Deus temos mais evidente no Pentecostes: "E
foram vistas por eles línguas
repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.
E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas,
conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem." (Atos 2: 3-4).
Mas como explicar as “sete lâmpadas”,
“sete olhos”, e pior: “Sete espíritos”? Não era pra ser um único Espírito? Como
vemos na doutrina de Paulo? (:) “Ora, há
diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios,
mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que
opera tudo em todos. Mas a manifestação
do Espírito é dada a cada um, para o que for útil. Porque a um pelo Espírito é
dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da
ciência; e a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo
Espírito, os dons de curar; e a outro a operação de maravilhas; e a outro a
profecia; e a outro o dom de discernir os espíritos; e a outro a variedade de
línguas; e a outro a interpretação das línguas. Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo
particularmente a cada um como quer. Porque, assim como o corpo é um, e tem
muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é
Cristo também. Pois todos nós
fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer
gregos, quer servos, quer livres, e
todos temos bebido de um Espírito. Porque também o corpo não é um só
membro, mas muitos.” (1ª Coríntios 12: 4-14).
Como entender então o texto de
Isaías? (:) “... o Espírito do SENHOR, o
espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza,
o espírito de conhecimento e de temor do SENHOR.” E também o de
Apocalipse? (:) “...e diante do trono
ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais
são os sete espíritos de Deus.” E: “...e sete olhos, que são os sete espíritos
de Deus enviados a toda a terra.”.
Não há aqui uma lógica transcendente
incompreensível para a racionalidade comum e fundamentalista? Provando-nos que só
Deus próprio é quem dirá quem é salvo e quem está condenado em sua hipocrisia e
tentativa de “fazer barulho”, ou, querer a atenção como de quem é o único que
está certo e os demais estão todos errados? Sendo que há doutrina de sabedoria,
de entendimento, há doutrina de conforto, ou conselho, de fortaleza ou solução,
poder, e há doutrina de conhecimento ou ciência, como também de respeito a Deus
e Sua onipresente graça, enfim, há também doutrina pentecostal, ou, do Espírito
Santo! Conferente a isso tudo, qual parte de Deus rejeitaremos? Ou, qual é a
moda do momento no cristianismo? Seria, Teologia da prosperidade?
Sendo que somente quando
compreendermos e colaborarmos para a propagação do “Evangelho Completo”, aí
sim, veremos a concretização da profecia: "E
este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as
nações, e então virá o fim." (Mateus 24: 14), será que este “Evangelho
do Reino”, já atingiu o seu ápice? Ou somos tão pequenos assim na fé? De maneira
que a “presença divina” sempre esteve fluente, porém, ignorada pela maioria que
busca que Deus caiba em seus próprios conceitos teológicos? Pense! Amém.
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